empatia

Falta de empatia prejudica os negócios

Se você é um gestor que costuma cobrar muito a sua equipe por resultados mais ágeis e eficazes, sem praticar a empatia, deve rever esse tipo de comportamento. Isso porque essa atitude pode interferir na qualidade das relações dentro da sua empresa.

A empatia é uma das principais virtudes de um líder, desbancando habilidades como a perseverança e a ousadia. Isso é o que mostra uma pesquisa da Escola Annenberg de Comunicação e Jornalismo da Universidade do Sul da Califórnia, feita com executivos dos segmentos de mídia e indústria.

A empatia é fundamental

A capacidade de compreender as aspirações, valores e necessidades de cada integrante da equipe é fundamental para mover o coletivo rumo aos resultados desejados.

Se você quer ser um bom líder, saiba que precisa estar em sintonia com a equipe, para entender suas preocupações e seus dilemas. Além de estreitar o distanciamento e mostrar transparência nas relações, você vai ajudar a criar laços emocionais que fazem bem a qualquer tipo de relacionamento.

Gestores que não investem no diálogo para entender anseios e dificuldades da equipe prejudicam os negócios. A empatia não apenas contribui para melhorar o relacionamento, como também para alavancar o crescimento dos negócios.

É preciso estimular a qualidade das relações

Desenvolver a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa para que possa compreender situações sob uma perspectiva diferente é cada vez mais indispensável. Não basta apenas ser competente.

Um gestor age como um líder quando prioriza o diálogo e interage com a equipe, ganhando, portanto, a confiança dos colaboradores e estagiários, e estimulando todos a pensarem de maneira diferente, em benefício do coletivo.

A importância do diálogo

Os estudos demonstram que cada colaborador deseja se sentir escutado. Dessa forma, considere sempre promover um diálogo que, ao mesmo tempo, demonstre que você está ali para desafiar e para dar apoio.

Quando bem equilibradas as medidas de apoio e desafio, as pessoas se sentem mais engajadas. Se a percepção é de que só há desafio e não há suporte, a tendência é o aumento da ansiedade e insegurança nos colaboradores, o que afeta negativamente a produtividade da equipe.

A estrutura organizacional está menos hierarquizada

Os tempos de ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’ ficaram para trás. As estruturas tendem a ser cada vez menos hierarquizadas. Se você estiver supervisionando estagiários, pode ter notado que, atualmente, os jovens estão mais próximos, trazendo ideias e propondo mudanças, o que otimiza e renova os processos da empresa. Uma relação boa, baseada em trocas de conhecimento, é benéfica para ambas as partes.

Além disso, quando você supervisiona um estagiário, consegue se ver no outro lado, porque um dia provavelmente você esteve na mesma situação que ele. Dessa forma, você aprende a valorizar ainda mais todas as pessoas que contribuíram para sua formação profissional.

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